E como cantar novos tempos com a inspiração no passado? ... aceitando os fatos o jogo muda de lado e de repente entro de novo no mundo mágico do novato com brilho nos olhos sorrindo para todos os lados doido para criar desenhos e formas loucuras e histórias no espaço vivendo, sentindo, pensando que a matemática não faz sentido se o sol estiver brilhando e você não estiver lá fora
Vá em frente pergunte ao poeta: -pra que serve a poesia? “-pra que servem os entardeceres, e suas cores infinitas? tem pessoas que passam toda a vida sem falar de amor e não enxergam além muito menos os entardeceres” quando a gente sentado na areia ouvindo um som, conversava e se conhecia estranhos rindo desejos pairando na brisa em sintonia
Ipanema no verão, o sol desce no mar nem todos reparam morrendo perfeitamente entre duas ilhas o corpo quente incita a mente com as oportunidades que a gente cria ahh os entardeceres... sempre os quero sempre corro à janela do momento perfeito em silêncio na harmonia das ondas ou sentado à pedra rindo entre amigos aplaudindo o sol indo beijando você à capella
Férias de julho, encontros no inverno no início da troca pro novo apaixonar-se era olhar no outro e reconhecer o próprio reflexo quando os dias eram mais curtos e o sol atrás da desenhada cadeia mais cedo se escondia raios fugiam por trás dos Dois Irmãos curiosos no amor banhando o céu com mil feixes enfeites para o novo quadro que a suaves traços nascia.
às vezes eu reflito às vezes choro muitas vezes suponho às vezes esqueço sei que faria melhor sempre questiono sei que interpreto e expresso bem e balanceio muito mal gosto de compreender o diferente às vezes sou terrestre nunca no espaço sempre no mar amo a música e o sentir sempre me importo e sei que não há momento comum gosto de deitar na areia e ficar ao sol acomodar o corpo, encaixar as costas respirar fechar os olhos e sentir o corpo esquentar relaxo gosto do barulho das ondas principalmente dentro delas quando tudo pára e a acústica é perfeita nasci, cresci e vivi assim carregando no sangue a essência da brisa da maresia todo fim de tarde das palavras doces da poesia de Ipanema do Arpoador do Dois Irmãos do surf do skate da Natureza do carioca de sorrir de fazer as coisas a pé e conhecer as pessoas estar na rua e continuar em casa estar com os amigos gargalhar mais ainda conhecer pessoas novas ver nas diferenças a existência pulsar e as artes traduzirem os desejos invisíveis no gesto interior que transborda nascem traços, formas e cores letras, melodias e o prazer de amar o que se faz e fazer o que se ama: a liberdade de ser quem se é. a música envolve e torna o simples, inesquecível não precisa ser Nietzsche pra concluir que “sem a música a vida seria um erro” eu particularmente com certeza não seria o mesmo gosto da energia do show cantar com a mão pro alto olhar pra pessoa ao lado e rir ao mesmo tempo amo o futebol vascaíno doente de família portuguesa pai tricolor, tio flamenguista e avô botafoguense engraçado como os primos podem se inspirar tenho um olhar antropológico ao que me cerca e tirano comigo mesmo meu íntimo navega transformando textos imaginados, atos emudecidos em versos indiscretos, papéis amassados mais delirante que os já escritos por Quintana, Pessoa, Neruda e Vinícius que socorreu levando-me ao bar e tomando um uísquinho emocionado me falou sobre a quebrada de pescoço que anula o raciocínio que se passar por você até hoje sinto ao me entorpecer nos devaneios do seu jeitinho e balançar gosto de aprender ler e escrever ver e fotografar eternizar cada olhar afinal, não existem momentos comuns e como no próximo piscar tudo já mudou o presente é um presente a se abrir e descobrir a cada instante.
Criolo, Ainda Há Tempo
"As pessoas não são más, elas só estão perdidas. Ainda há tempo"
O Rio de Janeiro passa por um período de eferverscência econômica brutal, alavancado pelos mega eventos que acontecerão na cidade, trazendo consigo um clima bastante favorável a mudanças.
Porém, o progresso de fato nessa belle époque carioca ainda não trouxe melhoras concretas para a vida do próprio carioca, que na maioria das vezes fica em segundo plano. E essa situação pode ser diagnosticada também em todas os cantos do Brasil. Esses reflexos de uma transição um tanto quanto confusa do Estado totalitário para o Estado de regime democrático, resultou num Estado mínimo que precisa de significativo controle social. Essa confusa transição se deu em meados da década de 90 e construiu um modelo fundamentado na seguinte concepção: compro logo existo (era sexo, drogas e mastercard).
O abismo social que essa concepção gerou já vem dando provas há anos, mas a resposta que deveria ter sido dada ao problema ao longo de anos pelos governantes brasileiros, terão que ser solucionadas como um passe de mágica em 3 anos, numa tentativa desesperada de tapar o sol com uma peneira. Não é a toa que a Copa do Mundo do Brasil está bastante cotada a ser a mais cara da história, onde os superfaturamentos serão até considerados modalidade olímpica.
Os paraísos fiscais irão se multiplicar, surgirão caixas 2, 3, 4, 5 e os nossos representantes como já de rotina irão governar pelos próprios interesses e nós veremos tudo isso de braços cruzados, enquanto surgem mais e mais CPIs para no final todos sejam absolvidos, vide o caso recente da nossa magnífica Jaqueline Roriz, que foi FLAGRADA recebendo dinheiro do delator do Mensalão, porém a maioria absoluta dos seus companheiros resolveram lhe desobrigar dessa falcatrua sem tamanho para com o povo brasileiro. As medidas de sigilo no orçamento da Copa já foram autorizadas, para garantir maior privacidade a nossos parlamentares, que consideram essa medida de "extrema importância". Nós ainda vamos pagar muito caro por essa apatia política, com movimentos sociais dormentes, oposição governista calada, silenciada e completamente $eduzida.
Não vejo um futuro esperançoso enquanto corrupção não for tratado com crime hediondo e intolerável. Outro aspectos importante que vale ressaltar é o seguinte: de 1995 a 2010 a população carcerária cresceu 319%, um ritmo avassalador. Nota-se que nós somos o país onde mais se prende e mesmo assim instaurou-se uma cultura de impunidade (estranho?!).
A esquizofrenia penal interessa demais a um setor, o ganho proveitoso que existe aí por trás gera inúmeros transtornos. 70% dos presos hoje são reincidentes, o sistema penal brasileiro é notoriamente falho, qualquer leigo sabe que esse sistema não ressocializa ninguém, pelo contrário, é uma escola do crime. Fora as constantes violações de direitos humanos que são cometidas diariamente, muito em função da ausência de vontade política das autoridades competentes, que nada fazem para instituir uma reforma.
O verdadeiro interesse penal é recolher os "supérfluos" do sistema. Os inimigos de Estado hoje não são mais devido a ideologias mas sim as sobras da sociedade de consumo. O grande debate do Rio de Janeiro hoje está concentrado na seguinte questão: território/governança/Estado/soberania.
A questão das milícias não é enfatizada porque não assusta o capital estrangeiro e privado, ainda por cima são eleitas e de quebra frequentam o palácio. O problema das favelas hoje ganham outros contornos, pois só se começou a pensar numa política de planejamento de última hora. A favela não está com a ausência do Estado mas o que acontece na realidade é uma aplicação da política de não-assistência.
É perigoso pensar que a democracia só se consolida com a presença da polícia, é uma visão deturpada e que pode ocasionar muitos excessos.
O Estado policial repressor vai contra o ideal de Estado constitucional de direitos. As UPPs foi uma grande solução para a eliminação das diversas fronteiras armadas existentes no submundo carioca. Porém a redução de índice de criminalidade pode ser mascarado pela pulverização criminosa. As UPPs são soluções que devem ser aplicadas a curto prazo. O mais importante de tudo é a implementação dos reflexos SOCIAIS nas favelas, com a maximização dos serviços do Estado em benefício direto no dia-a-dia.
Os mega eventos são obrigados a preservar a dignidade das pessoas e o crescimento adequado da sociedade, o problema está na má distribuição que poderá ocorrer, no qual esses investimentos serão voltados exclusivamente para a manutenção de quem já possui um alto padrão de vida e não para o auxílio dos mais abastados/invisíveis que carecem desses reflexos sociais.
Por fim, farei minhas as palavras do grande mestre Oscar Niemeyer, esbanjando lucidez após 103 anos:
"Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico. Hoje eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas sim de camburão!"
PARABÉNS MURICY. Saiu do Fluminense de maneira conturbada alegando não ter estrutura, foi chamado de covarde, disso e daquilo. Pegou um Santos desfigurado em situação crítica na Libertadores, foi bicampeão paulista num campeonato muito mais difícil e competitivo que o carioca, e fez história ontem guiando o Santos em sua terceira conquista intercontinental. De covarde, ele provou mais uma vez não ter nada.
Um dia pra ser lembrado. Um dia onde Neymar foi travesso, e em seu play, teve até o cabelo puxado. Um dia que Ganso com uma simples pincelada deu toque de genialidade ao quadro mais belo: o gol. Um dia que Arouca durante 45 minutos nos deu a honra de ver um volante à 70 jogar. Um dia que o Rei saiu de seu trono e reconheceu a competência de um grande líder diante de um Pacaembu lotado, com o gramado só pra ele.
Eu sou fã do Muricy. Gosto da auto-confiança dele, do seu ar de quem sabe que domina o que faz. Da ironia ao deboche, da raiva às lágrimas: ele simplesmente o é, emoção do início ao fim. É literalmente um homem de fibra, carne e osso. Fala o que tem que falar, e na cara. Se for ruim, como o caso dos vestiário das Laranjeiras, que era habitado por ratos, ele não tem vergonha e muito menos é conivente. Se for bom ele bate no peito e não faz demagogia também. Um cara convicto que ama e se entrega ao que faz, sem segredos pois grita suas fórmulas aos quatro ventos: trabalho, trabalho e trabalho. Árduo trabalho, repetitivo e chato. Lentamente transformando suor em vitórias. Muricy Ramalho, um autêntico campeão.
-São Paulo Campeonato Paulista 1975 Campeonato Brasileiro 1977 -Puebla Campeonato Mexicano 1983
-Títulos como treinador: -São Paulo Copa Master da Conmebol 1996 Copa Conmebol 1994 Campeonato Brasileiro Campeonato Brasileiro 2006, 2007 e 2008 -Shanghaï Shenhua Copa da China 1998 -Náutico Campeonato Pernambucano 2001 e 2002 -Internacional Campeonato Gaúcho 2003 e 2005 -São Caetano Campeonato Paulista 2004 -Fluminense Campeonato Brasileiro 2010 -Santos Campeonato Paulista 2011 Copa Libertadores da América 2011
A esse grande nome do futebol brasileiro e melhor técnico que vivi, essa pequena homenagem.
Hello sunshine, por onde anda você agora? Faço perguntas despreocupado de respostas, de quem enfrentou a tempestade de pé aqui e hoje navega sereno Quando soquei a parede e bati portas Discrente de tudo afastei todos a minha volta Num mar de flashs e dúvidas sofri por dentro.
Nossa relação mais que teatral culminou em cena shakesperiana Num estilo já caga e anda, de ser ou não ser Estávamos pelo que tínhamos sido Não éramos pelo o que seria Presos um ao outro por intensas lembranças e prazer Pisado amor.
No mar busquei exílio e mais uma vez encontrei a paz Procurei pensar menos besteira e suar mais Buscando a plenitude interna sem olhar pra trás Abri as portas pro Tempo varrer tudo -Pois aqui não haverá luto, na partida de quem festeja.
Lentamente sob meus olhos vi a estação mudar O sol morrer mais cedo e o mar à bradar: Que todo fim é um novo começo Em CDs antigos reencontrei minha história Nas canções sonhos esquecidos na memória E no despetar da alma, a morte do receio.
Viva la vida.
Mac Miller, BDE Bonus
"If it ain't about the dream, than it ain't about me"
20 minutos e 1000 momentos depois Consigo iniciar as primeiras palavras Será o ar da Cidade dos 1000 Poetas? que só sobrou esse último suspiro, Mais nada?
Já na primeira noite Sua falta foi sentida, Olhava para o céu à sua procura Só sentia o vazio do silêncio Estrelas caladas, nuvens unidas
Vagando, dançando, sonhando Rindo e cantando Encontrei já esquecida Esta poesia perdida Que me devolve ao passado Ao som de uma gaita tocando A canção de que o homem, É uma ilha
Minha história consiste em pequenos fatos Onde os meios nem sempre justificam os atos Uma mistura de correto e palhaço Escritor recatado Romântico viciado Político sarcástico Cafajeste de filme b mal ensaiado Meio papo furado Bossa nova E rock’n’roll
Para deixar para o futuro Um arrependimento tardio De ter avisado sobre tudo De não ter tido vontade De ter tido coragem E tentado o impossível? Olhos pregados fixos Em nossos sonhos perdidos No escuro é surdo o tiro Onde só o olhar cala grito Em pleno abismo... Meus olhos viram você, e eu não pisquei mais.
Eu via que cada momento que despejávamos nossa juventude Éramos lentamente arrastados para fora da pura loucura Sentindo o tempo agir sobre tudo... Quando o depois não ficou iludido Perdeu ares de fugitivo Na confirmação do agora mudo Senti meus pés no chão.
No despertar da atitude, escalando muros Amadurecendo pensamentos, novas portas de fuga Em um dia a dia já não tão muleque Tive dias de fúria e de mochila nas costas quis ganhar o mundo... Lembrei de você e achei tudo mais justo E continuei sorrindo e buscando.
Saídas improváveis cada vez mais incertas Na malícia do lábio a estrada mais certa Sentindo o doce suor da descoberta Trazer sombras de outros verões pelas frestas Esse sol que hoje invade nosso quarto Nos faz mergulhar de novo dentro de nós.
Yan e Gabriel
Dave Cavanagh, Journey Home
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Visando sempre melhorar e tornar o espaço mais dinâmico, JP021 volta de cara nova! Adicionamos novas funcionalidades e spots em nossa lateral direita. O Hit Week - que trazia o som da semana - ganhou uma versão mais completa: Leia, Ouça, Assista. Indicando um livro, uma música, e um filme para salvar a rotina da semana; mini janelas do YouTube logo abaixo são a deixa pro leitor já ouvir um som sem sair da página, ou quem sabe assistir um trailer da sétima arte em nosso cartaz.
Para mudar o conteúdo da barra de vídeos é só atualizar. Além de imagens e um pouco mais do nosso íntimo, outra novidade é o World News, links sempre atualizados do mundo dos esportes - surf em primeiro plano - , da música e da sociedade carioca, em declínio diário.
Já que é estréia a gente abre logo de sola! Leia, Ouça, Assista:
LIVRO: O Caminho do Guerreiro Pacífico, Dan Millman. Li ano passado indicado pelo próprio Gabriel, num momento conturbado e o que posso falar é que é um livro divisor de águas. Todo mundo deveria ler.
SOM: I Got Ya Back, Katchafire. Banda de reggae neozelandesa que conheci recentemente e rapidamente virou top5 do gênero aqui no iTunes. A banda liderada por Logan Bell está em seu quarto CD de estúdio, mas o primeiro deles, Revival (2003), continua sendo o melhor. Músicas como Get Away, Sensimillia, Seriously (!), Lose Your Power, Now Girl tão valendo também um bisu, grandes chances de entrarem pra biblioteca. Jahmusicrootspower!
FILME: Encontrando Forrester (2000), Gus Van Sant. É outra obra que merece o título "divisor de águas", um filme com uma sensibilidade e inteligência que as palavras não conseguem alcançar. Traduz muito que sou hoje, pra mim é um orgulho de referência, ver o filme que aos 11 anos me intrigou de tal forma que eu comecei a escrever e nunca mais parei.
Well now okay, you want to run me out, run me down But I heard, you're concerned Baby that you going down Gettin' down while I'm gonna roll out of town Rumors flyin', people lyin' I'm just tryin', tryin' to keep my head up off the ground Oh yeah
It's getting harder and harder I check my pride but you runnin' high With some other guy and I'm about to die Tellin' lies, runnin' and cheatin' And doin' what you please And no one was surprised The only thing you need me for is the money
And now I'm so damn confused Cause even though I paid my dues Ain't no matter what I do I'm gonna lose Cause you stone me, stone me, stone me
And now we known each other so long How we're goin' on and on I wish I was never gonna be alone So long, I was dead wrong Cause you're moving on with your life Left me in your past, you're past You're with some other guy You used to make me high But now you just stone me I thought we was in love and now you say You rollin' holy, left me living lonely Mmm, what about our son
You have your own child What you wanna run around Baby you a wild child Play on, play on She get to play on, play on
Then you come a runnin' back Workin' hard, all alone, too late Baby I am solo You hurt me so bad, it took me so long to rise But baby I survived Now I don't even wanna see your eyes You stone me You hurt me so bad, it took me so long to rise But baby I survived Now I don't even wanna see your eyes You stone me, stone me
Conheci recentemente essa música do G. Love e ela mexeu comigo, não sei o porquê... E além de vir aqui compartilhar com vocês, fiz o upload dela no YouTube já que não tinha e o Jornalismo Poético 021 vem trazendo em primeira mão, faixa 13 do álbum The Hustle: G. Love & Special Sauce – Stone Me
E quando o G. Love fala por nós, nos lembramos dele também e vemos que a espera está chegando ao fim! Em 54 dias ele pisa novamente no Rio, mais precisamente dia 5 de Junho no HSBC Arena às 20h em show de abertura para o Jack Johnson, este astro da noite, em turnê mundial de To the Sea, seu sexto álbum de estúdio. Jack e G. Love são grandes amigos e essa união traduzida em música arrebenta, vide: Rainbow, Rodeo Clown, entre outras. Não se surpreenda se os dois shows virarem uma apresentação conjunta numa noite que promete uma vibe inesquecível.
Em 11 de novembro de 2007 tive a oportunidade de assistir ao G. Love ao vivo - que sou grande fã, mais que do Jack - no Festival Alma Surf, que reuniu na ocasião a IV Mostra Internacional LuiLui de Arte e Cultura Surf, o III Festival Internacional Osklen de Cinema Surf e o II Festival Billabong de Música, compreendendo trabalhos de cineastas, músicos, fotógrafos, pintores e escultores nacionais e internacionais tendo como principal referência o beach lifestyle. Além de G. Love, no II Festival da Billabong de Música também se apresentaram Donavon Frankenreiter, Matt Costa e A.L.O, além do lançamento de Trilogy, filme de surf com o A-Team da marca: Andy Irons (RIP 2010), Taj Burrow e Joel Parkinson. Numa noite muito especial ainda fui apresentado ao Romeu Andreatta, Publisher da Alma Surf, que riu muito com meu convite 0001 - comprado na Star Point do Shop. Leblon, guardado até hoje - e presenteou eu e o Julien Nery, grande amigo presente, com camisas do Festival e revistas da Alma. Durante as apresentações as credenciais de imprensa do Fernando Martin, renomado jornalista e bodyboarder argentino amigo, nos davam posição privilegiada. Muito bom!
Só não adiantar esperar essa mamata porque os preços dessa vez estão salgados... Anota aí.
JACK JOHNSON (Abert. G. Love) Rio de Janeiro HSBC Arena - Dia 05 de junho Abertura dos portões: 18h00 Horário do Show: 20h00 Pista Premier: R$480 / R$240 Pista: R$230 / R$130 Cadeira nível 1: R$300 / R$150 Cadeira nível 3: R$ 160 / R$80
Os ingressos já estão à venda em www.livepass.com.br
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NOVIDADE. Estréia hoje uma nova sessão no Jornalismo Poético 021, mais poético do que jornalístico, é o HIT WEEK! Toda semana vamos dar a dica de um som que tá chamando atenção, novas bandas e tendências, e clássicos que influenciam até hoje, enriquecendo sua cultura e biblioteca musical.
A gente abre com I Will Break You, sonzão do Sparrow and the Workshop, que descobri através do filme A Escolha, toca na parte do Thiago Camarão. O filme foi dirigido por Henrique Daniel, levantando de forma poética o questionamento a respeito das escolhas que fazemos no dia-a-dia e que essas mesmas escolhas definem nossa personalidade e estilo de vida. Com imagens em alta definição e futuros atletas high performance, A Escolha agita o mercado interno e fortalece mais ainda o surf competição brazuca, a nossa hora já chegou...
ei! moreninha... é, você mesmo sentada duas cadeiras na minha frente não sei se é porque nessa matéria sou meio leigo mas essa quebradinha de pescoço paralisa minha mente balança o cabelo faz anotações e se espreguiça foge de denominações, dispensa revisão seu jeitinho sempre atrasada me alucina vou soprar na sua nuca quero você no meu currículo acadêmico faço o que você quiser: chego na hora, sento na frente e entro pro grêmio
toda cheia de charme empinadinha, decidida, aroma floral eu que antes só ia pra jogar bola achei em você meu romance matinal se a matéria fosse você por mim as aulas não teriam fim ia chegar todo dia em casa com um sorriso na cara e orgulho do boletim
anos se passaram e nós nos aproximamos encontros e desencontros idas e voltas até o 3° ano -ter uma criança com teus olhos -e que ela tenha a tua boca enfim, dissemos nossas verdades o sol morrendo dentro d’água nós dois de mãos dadas domingo final de tarde
Comecei a realizar a atual realidade quando vi o que o mundo estava em minhas mãos; eu só precisava de um pouco mais de afinco pra manter regularidade no dia-a-dia, mais sorrisos excêntricos em adversos momentos, sacrifícios planejados, foco, e tesão no lento progresso. Acredito muito em 2011, não escondo. A palavra do ano é REALIZAÇÃO.
Vivendo Janeiro densamente, as flores continuam crescendo..
Nirvana, Oh, Me (Unplugged in New York)
"If I had to lose a mile If I had to touch feelings I would lose my soul The way I do
I DON'T HAVE TO THINK I ONLY HAVE TO DO IT The results are always perfect And that's old news
Would you like to hear my voice Sprinkled with emotion Invented at your birth?"
Cada inimigo seu vai te aplaudir de pé quando seu escudo for o seu olhar, e sua espada a sua fé! Quando sua meta for felicidade, não vitória quem não se foca no presente não fica pra história! Irmão cê veio pra contar história ou pra escrever? Me diz, o que realmente te faz feliz? Sei que nem todos lá no fim do túnel buscam luz, fica difícil se a escuridão quem te conduz... Já vi oportunismo travestido de amizade, uns aproveitadores da minha boa vontade...
Mas me esquivei, risquei da vida os covarde, porque quem vive em torno de mentira já tá morto de verdade. Um só caminho é o bastante, suficiente, num mundo louco onde maçã te oferece serpente... Já tentaram calar minha boca, e calava, mas só com meu dedo do meio eu falei tudo que eu precisava...
Quando cortaram os meus braços eu chutei, Quando cortaram minhas pernas eu dei cabeçada, Quando cortaram minha cabeça, eu mordi na jugular e não soltei por nada, não soltei por nada! Quando cortaram os meus braços eu chutei, Quando cortaram minhas pernas eu lutei... Como SAMURAI!
Sem sensacionalismo, sem sentimentalismo, se pobre eu sou, mas querer ser é masoquismo. Não enalteço a riqueza ou a pobreza, enalteço a luta por comida à vontade na mesa de quem não teve escolha sobre a própria profissão... Se eu tive a minha, me calar é omissão, faço como a rabiola no fio, o vento tenta me levar, mas permaneço onde a vida me encubiu, ouviu? Um sonho se desfaz quando o olho se abre, um ideal não se desfaz nem que a vida se acabe... Meu ideal já foi traçado: "Não permitir que meu fracasso faça minha véia ir tomar banho gelado!" Cada Amélia que dá a vida pela família, ama algum João que merece bem mais que uma Brasília... A gente se adaptou ao mundo feroz, agora é a hora de fazer com que o mundo se adpte a nós!
Quando cortaram os meus braços eu chutei, Quando cortaram minhas pernas eu dei cabeçada, Quando cortaram minha cabeça, eu mordi na jugular e não soltei por nada, não soltei por nada! Quando cortaram os meus braços eu chutei, Quando cortaram minhas pernas eu lutei... Como SAMURAI!
O que diria o seu pai te vendo caído, irmão? Isso depende do motivo de se estar no chão, Alguns estão lá, por nem saberem levantar, o meu rap é a mão que se estende pra te ajudar Vem! sei que seu corpo tá cansado SAMURAI, vão derrubar seu corpo mas sua alma não cai Eu sei que alguém acredita em você, mas e você, acredita em você? Eu acredito em você! Colegas? Eu tenho 20. Amigos? Eu tenho 6. Que eu vejo sempre? Só 4. Que eu posso contar? Só 3! Quando eu cair, já era, poucos aí se comovem... Em alma eu vou estar olhando, tirando a prova dos nove Alguns vão falar "Volta!", outros vão dar "Adeus", se foi um tal de Projota ou, o Thiago morreu... Mas hoje ainda estou vivo, não vão, comer do meu pão... Só quero deixar bem claro, os verdadeiro eu sei quem são!
Quando cortaram os meus braços eu chutei, Quando cortaram minhas pernas eu dei cabeçada, Quando cortaram minha cabeça, eu mordi na jugular e não soltei por nada, não soltei por nada! Quando cortaram os meus braços eu chutei, Quando cortaram minhas pernas lutei... Como SAMURAI!
Fora do ano do macaco a maré encontrou o vento e fez a direção de tudo mudar. Ao girar o globo o dedo encontrou o futuro e o sonho ganhou título.. Os dados rolam, mas o destino é um só.
Senhoras e senhores, trago boas novas, voltei meus amigos. Eu voltei.
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A arte é do Leo Uzai, foto que eu tirei na exposição que rolou com os parceiros da Homegrown no dia 26/10/10. A expo de arte urbana contava com outros consagrados artistas; EVOKE fazendo lançamento mesclando óculos, artes plásticas e design; Dj largando só oldschool no vinil; além da birita e o Sabuga embaixo fazendo a presença...
Um estudante de 20 anos, carioca. De mil maneiras posso dizer a mesma coisa... Tenha respeito pelo seu Ser, e ninguém poderá tirar o seu auto-respeito. Sou livre quando sigo o que sinto, quando faço o que quero, quando digo a verdade. Só ela me permite dormir todas as noites em paz com a minha consciência. Só ela me deixa tão satisfeito; esperançoso. Considero-me um objeto infinito, com a sensibilidade aguçada e com o espírito crítico. Vejo o não-apego ao mundo material como uma qualidade, um charme. Sinto-me ambíguo, capaz de ser responsável e inconsequente, carinhoso e frio, cauteloso e impulsivo. A metamorfose constante da vida me demonstra que o momento presente é eterno. Sei que quase um século não é suficiente para realizar tudo aquilo que quero. Tenho sempre a impressão que nada é tão bom o suficiente e que o progresso é impossível sem a mudança. Sinto que sonhos verdadeiros sempre se transformam em realidade. Sinto que a maior fraqueza está em desistir. Confesso, acho impressionante como a verdade me deixa preso aos meus princípios... Afinal, a vida é somente um ponto de vista. Eis um pouco de mim, um pouco de alguém que se considera verdadeiramente grato. Relaxe e apenas seja!
Yan Ferraz
Publicitário em formação, jornalista e poeta por opção. 22 verões em Ipanema, livre à beira-mar, apaixonado pelo futebol e pelo Rio de Janeiro, a verdadeira capital do Brasil. Um garoto com fome de letra, um adolescente com sede de sol, um adulto pensante. Filósofo-pop-urbano. Sincero, sarcástico e contemporâneo. Uma visão de que nem todos são cegos nessa sociedade tão mascarada. Capaz de dar saltos para o mundo, e também mergulhos em profundidade para dentro de si mesmo, um cidadão que não aceita a falta de atitude, um surfista, um artista carioca. Quando a palavra falha a música resolve. O tempo é rei e se torna Rei Tempo, confie nele: dê tempo ao Tempo. Pacífico e romântico, atlético, atlântico. Uma metamorfose ambulante em forma de um ser em constante evolução.
Loyal To Your Hood!
Leia, Ouça, Assista
.O Caminho do Guerreiro Pacífico, Dan Millman
.I Got Ya Back, Katchafire (Slow-Burning album)
.O Pequeno Nicolau (2009), Laurent Tirard
Aumenta o volume !
deixa a alma gritar...
Saiba
Aquele que não sabe
mas acha
que sabe
é o burro
ignore-o
Aquele que não sabe
mas sabe
que não sabe
é o simples
ensine-o
Aquele que sabe
mas não sabe
que sabe
está dormindo
acorde-o
Reza a lenda que na antigüidade existiu um rei muito sábio, regia seu povo de modo humilde e justo. Ele levava gravado em seu corpo as palavras "tudo passa". Ele nunca perdia força e sabedoria: mediante a face da derrota, ele sabia que iria se levantar; no sucesso agia com calma e seriedade, pois como os momentos ruins passavam, os de poder também não eram eternos.